Confesse – Colleen Hoover

Auburn Reed perdeu tudo que importava para ela, ela precisa se manter focada e não pode cometer erros se quiser reconstruir a vida. Mal pode imaginar que ao entrar em um estúdio de arte em Dallas à procura de emprego sua vida mudaria tanto. É lá que ela conhece Owen Gentry um artista enigmático com quem ela tem uma conexão imediata.

A tristeza é como um calor que sobe sorrateiramente pelo meu peito, criando uma pressão insuportável à medida que se se aproxima do meu coração.

Demorei apenas um dia para devorar o livro, bem como já aconteceu com outros que já li da autora tais como Novembro 9 e O Lado Feio do Amor que li em pouquíssimo tempo. A escrita de Colleen já me cativou há muito tempo e além de fazer as páginas voarem ela tem um talento para manter a curiosidade do leitor até o fim do livro. O comecinho do livro foi um pouco enfadonho, mas então acontecer inúmeras plot twist que eu não esperava e o livro mudou de rumo totalmente. Isso é um exemplo bom de um livro de Colleen, já que as sinopses, apesar de interessantes, quase não fazem jus à história pois simplesmente não podem abrir mão de todos os segredos do livro.

Quero tanto lhe contar a verdade, mas também sei que a verdade não vai melhorar as coisas entre nós. A verdade faz menos sentido que a mentira, e nem sei mais qual das duas eu deveria escolher.

Um aspecto dos livros da autora que me fascinam é os temas que ela insere em suas narrativas, em Métrica temos muita poesia, tanto na escrita como na vida dos personagens. Em Novembro 9 os personagens amam literatura e escrita. Em Confesse Owen é um artista que faz um trabalho lindo, graças as confissões que recebe. Seu estúdio-galeria-ateliê tem o nome de Confesse e as pessoas depositam suas confissões anonimamente e assim Owen seleciona as que lhe inspiram e pinta. O mais legal de tudo isso é que as confissões presentes no livro são confissões reais que foram enviadas anonimamente para a autora.

Suas palavras pingam pela minha boca feito gotas de chuva.

Além dessa ideia genial o livro ainda conta com algumas obras de arte de Danny O’Connor, que foram usadas pela autora para ilustrar para os leitores o trabalho de Owen. E devo dizer que O’Connor faz um trabalho lindo.

A única coisa que preciso Confessar (risos) é que Auburn e Owen não me impactaram muito, isto é, apesar de eles serem um bom casal e eu não desgostar deles eu simplesmente não consegui torcer por eles, shippar eles, eu não consegui ficar surtando pelos dois e por cada interação que eles tiveram. Isso não atrapalhou a minha leitura, porque eu realmente gostei do livro, mas foi o motivo de minha classificação final ser quatro estrelas.

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